Não agüento mais ouvir música sertaneja. O tempo todo ouço aquele chororô de amores não correspondidos. Respeito quem goste, mas eu não gosto!
“Te dei o sol te dei o mar pra ganhar seu coração” – Babaca, dando o que não é dele, só pra ganhar um coração, se quer um transplante espere na fila como todos!
Uma questão que também me perturba é, será que toda a população de Angra faltou na aula de concordância nominal? Ou as pessoas até dominam a concordância, mas ao residir por aqui, acabam sofrendo com a “síndrome da singularização da pluralidade”.
“O cara ganhou uns cinco mil Dólar” ou “cinco mil Real” comentários bem comuns, tem um grupo de filipinos hospedados por aqui, e alguém do alto “comando” disse “eles é tudo igual”. Porém os melhores exemplos não posso postar, revelaria a identidade de colegas de trabalho.
Outro motivo que tenho para me irritar em Angra, são os angrenses! Como não tenho carro (sim, sou pobre. E em breve disponibilizarei o nº da conta, e aguardarei doações do meu querido público), nos ônibus que sou obrigado a entrar, diga-se lotado o suficiente pra fazer qualquer um preferir fazer o trajeto de 8,5 Km à pé, as pessoas não têm o menor problema em ficar encostando em você. Se apóiam como se fossem as pessoas mais íntimas do mundo. Que nojo! Gostaria de um dia mergulhar em uma piscina de fezes e dizer em alto e bom som: - Agora quem vai encostar em alguém sou eu!

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