quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Olá pessoal,


Passei essas duas semanas completamente isolado. Preferi procurar a “caverna” e refletir um pouco. Não encontrei grandes coisas dentro de mim. Por isso me deprimi. Acredito que algum dia eu terei algo de valor para compartilhar, mas no momento só minhas palhaçadas baratas. Lamento decepcioná-los, de novo.

O que posso dizer, é que não sou inútil, sirvo de mau exemplo. Sério. Quando me lembro de cada familiar, vejo-os com tantas qualidades! Poxa, às vezes além do nome, acho que não parte com minha família. Sempre que me vem uma lembrança de um dos momentos em que por um acaso a família se reúne, são momentos extremamente alegres! Todos com apelidos, vozes malucas, caretas, cutucões, cócegas, milhares de piadas, música...

Por mais triste que tenha sido a trajetória de alguns, nunca os encontramos tristes. Sempre há uma bela piada ou situação inusitada para nos contar. Lamento por não ter este fluir de alegria em meu interior.
Facetas de felicidade é o que tenho.
Pareço ter esquecido o caminho da alegria.

Talvez isso seja normal, todo homem passa por um período de autoconhecimento. Talvez não seja tão normal, afinal de contas, isso tem me feito mal.

O estranho, é que tenho me sentido muito culpado pelos meus erros. Isso é bom, mas antes eu apenas me chateava com meus erros, agora eu realmente fico bravo e demoro a me perdoar. Até hoje, me crucifico por não ter colocado sequer uma mísera nota no blog no aniversário da Quezia, não que ela tenha pedido, muito menos que eu tenha esquecido tão importante data. Mas nem uma notinha de duas linhas... Ficou mal!
Ferido em guerra, sem forças para fazer algo de decente e bom. Tenho que continuar, como?
Já fiz muitas pessoas sorrirem, hoje peço este favor de volta.
Como uma parábola que li há alguns anos, espero para ver depois da esquina. Talvez seja bom. E se eu me arriscasse mais? E se eu tivesse menos medo? E se eu realmente me tornasse eu mesmo?!
Sou muito estranho, e gostaria de ser mais parecido com minha família. Mas agora vejo que não adianta me queixar, resta observar o meu caminho.

Pessoal, peço que não deixem de me visitar, por mais chato que possa ter sido algumas situações ocorridas, espero recebê-los novamente. Serão sempre bem vindos.

Amo vocês!

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