Hum... tá de brincadeira, só pode.
Mas é uma bela história para se escrever um livro. Com figuras, é claro.
Se livrar de uma filha mala para ganhar um best-seller.
Cada um que se aproveite de sua própria desgraça.
Lembro-me, de que para aprendermos a lição de não sair correndo por aí e deixar nossos pais malucos, o meu Dad, costumava nos levar ao mercado, e quando saíamos correndo, ele se escondia, e ao olhar para trás, o desespero era total. Claro que cinicamente ele estava atento a nós. E quando agente conseguia “achá-lo”, agarrávamos em um de seus braços e não soltava mais!
Amava cantar suas músicas improvisadas, ouvir histórias de sua infância difícil, e ver inúmeras folhas de papel com projetos de invenções. As lendárias manhãs de domingo, assistindo as vitórias do Ayrton Senna, as nossas “chepas” (cafifas/pipa feitas de jornal), o carrinho de mão acoplado à bicicleta com as ferragens da piscina, aliás, histórias com a bicicleta é o que não falta! Filipe na cadeirinha presa ao guidão, eu sentado na barra central, a Dany no bagageiro e o senhor pedalando... Íamos longe nessa configuração no mínimo curiosa e circense.